domingo, 15 de março de 2026
OUTONO
sábado, 14 de março de 2026
CONVERSA URGENTE
quarta-feira, 4 de março de 2026
MANEIRISMOS
segunda-feira, 2 de março de 2026
A NATUREZA, A VIDA E O TEMPO
sábado, 28 de fevereiro de 2026
SONHO DE POETA
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
HORA DE PENSAR
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
FUTURO INCERTO
sábado, 3 de janeiro de 2026
DEUS E NÓS
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
31 DE DEZEMBRO
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
PALAVRA
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
NATAL
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
ESPERANÇA
quarta-feira, 19 de novembro de 2025
RESUMO DA HISTÓRIA
terça-feira, 21 de outubro de 2025
PARA SER FELIZ
sexta-feira, 17 de outubro de 2025
O MUNDO
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
PROFESSOR
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
PRIMAVERA II
sexta-feira, 10 de outubro de 2025
VISÃO GERAL II
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
NEGAÇÃO
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
O MUNDO
quarta-feira, 24 de setembro de 2025
LIÇÃO DAS FLORES
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
NOSSO TEMPO
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
A EQUAÇÃO DA VIDA
terça-feira, 2 de setembro de 2025
PAZ
terça-feira, 26 de agosto de 2025
COLHEITA
domingo, 24 de agosto de 2025
O INVERNO
sábado, 23 de agosto de 2025
UM LIVRO
terça-feira, 29 de julho de 2025
MUNDO QUADRADO
quarta-feira, 9 de abril de 2025
A CANETA E O PAPEL
quarta-feira, 12 de março de 2025
SE O POETA PUDESSE
quarta-feira, 5 de março de 2025
CAMINHADA DA VIDA
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
SONHO DE POETA
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
UM BRINQUEDINHO
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
PARALELO
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
TRANSFORMAÇÃO
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
EU QUERIA
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
INCERTEZA
domingo, 12 de janeiro de 2025
EU QUERIA
sexta-feira, 10 de janeiro de 2025
MÃOS
domingo, 5 de janeiro de 2025
O SENTIDO DA VIDA
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
UM SONHO
sexta-feira, 11 de outubro de 2024
EU E A POESIA
terça-feira, 1 de outubro de 2024
LIÇÃO DAS FLORES
As flores sempre se abrem,
Para todos que queiram ver,
Elas não escolhem espectadores,
Nem pensam em aparecer.
Umas preferem a luz do sol,
Outras se adaptam com a luz da lua,
Todas brincam com a brisa
E preferem o clima da rua.
Elas exalam seus aromas,
Deixam o ar mais perfumado,
Umas atraem vários insetos,
Outras, os pássaros mais delicados.
Toda a sapiência da natureza,
Está refletida em uma flor,
É, para nós, uma dose de ternura,
Dentro de uma lição de amor.
quinta-feira, 26 de setembro de 2024
VOU CONTINUAR
Vou continuar,
Lançando minhas sementes ao vento,
Que voem para pontos incertos,
Que caiam no alto mar,
Que cheguem em algum deserto.
Versos,
Pensamentos alados,
Soltos, ao prazer do vento,
Que os leva para qualquer lado.
Vou continuar,
Lançando minhas sementes ao vento,
Umas encontrarão terra fértil,
Outras, se perderão ao relento.
Escrever é remédio para a alma,
O poeta não pode parar,
Entrego meus versos ao vento,
Pois é preciso continuar...
sexta-feira, 20 de setembro de 2024
O POVO GAÚCHO
O gaúcho é originário,
De um grande caldeamento,
Do índio, do negro e do branco
E mais alguns elementos.
Os índios rio-grandenses,
Descendiam do tapuia e do tupi,
Eram fortes e guerreiros,
Falavam a língua guarani.
O índio nos legou o mate,
Hoje o nosso chimarrão,
Bebida preferencial do gaúcho,
Que cultiva a tradição.
O índio também nos deixou
O uso da boleadeira,
Uma das armas que usava,
Com arrojo e certeira
Do negro herdamos o ritmo,
O samba e as danças,
As cantigas de ninar,
Que ouvimos quando crianças.
O branco também nos trouxe,
Seus costumes, seus usos, um pouco de luxo,
O chope, o vinho e o churrasco,
Prato característico do gaúcho.
Assim formou-se o povo gaúcho,
Fruto de uma forte miscigenação
E, hoje, com características próprias,
Se orgulha do seu chão.
segunda-feira, 16 de setembro de 2024
Aniversário
Aqui chegamos sem saber,
O nascimento é algo profundo,
Ganhamos um tempo para viver,
Em um espaço qualquer do mundo.
O passar do tempo é constante,
Mas nossa vida é diferente,
O tempo se refaz a cada instante,
O que não acontece com a gente.
O tempo não tem medidas,
Vai e vem, é sempre assim,
É o oposto de nossas vidas,
Que têm início, meio e fim.
Mais um ano decorrido,
Menos um ano para viver,
Às vezes fica despercebido,
Mas é importante perceber:
Somamos, é bem verdade,
As experiências adquiridas,
Mas subtraímos a cada idade,
Um tempo de nossas vidas.
quinta-feira, 12 de setembro de 2024
PARALELO
Nestes tempos de informática,
Neste corre corre sem parar,
O lado humano da vida,
Está deixando a desejar.
Nada contra a tecnologia,
O progresso e a ciência,
Mas o lado humano da vida
Está entrando em decadência.
Deus concedeu ao ser humano,
O poder de recriar,
Sem matar a natureza,
Sem transcender o seu lugar.
Não sei se ficou bem claro,
Se me expressei à altura:
É um pequeno paralelo
Entre o Criador e a criatura.
quarta-feira, 11 de setembro de 2024
INCERTEZA
Volto a falar sobre a natureza,
Que hoje está virada de ponta,
O ser humano é o grande vilão,
Todos já estamos pagando a conta.
Tem lixo dentro dos rios,
Nas encostas e nos mares,
Os temporais que hoje nos assustam,
Atingem todos os lugares.
As geleiras estão derretendo,
O mar avança sobre as terras,
As temperaturas já subiram,
Parece que estamos em guerra.
Com a devastação das matas,
Com as nascentes a céu aberto,
O solo, as águas e o mar poluídos,
O planeta terra será um deserto.
Os seres vivos se deslocam sem rumo,
Muitas pedras mudaram suas cores,
E o ser pensante caiu na incerteza
E inverteu sua escala de valores.
quinta-feira, 5 de setembro de 2024
MENSAGEM DE UM PASSARINHO
Hoje pela manhã,
Um pássaro se chegou para mim,
Sentou-se em minha janela
E, me deu uma mensagem, assim:
De seu bico saiu com firmeza,
Uma canção de muito amor,
Parece que ele dizia
Quero ser teu beija flor.
Quero alegrar tuas manhãs,
Quero animar o teu dia,
Quero cantar com ternura
E te dar muita alegria.
Depois vou seguir adiante,
Vou pousar em outras janelas,
Vou dizer a quem me escutar
Que a vida é a coisa mais bela.
domingo, 21 de janeiro de 2024
VALOR DA VIDA
O que parecem essas guerras?
Prepotência, ganância, tirania.
Como pode um ser humano,
Matar seus semelhantes no dia a dia?
Se quem começa está errado,
Quem reage com a mesma medida,
Iguala-se aos primeiros,
Ambos desconhecem o valor da vida.
O que quer um governante,
Se ele não é dono da terra,
Para aumentar um território,
Fazer uso de uma guerra?
Nada justifica, nem diminui,
A maldade, a fome, a tristeza,
Parece que a vida vale pouco,
Só tem valor a riqueza.
E as pessoas de bem, os civis,
As crianças inocentes perdidas,
Esses governantes ignoram,
O amor próprio, o amor à vida.